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Bahia registra 1.872 casos de H3N2 com 72 óbitos; 15 pacientes confirmaram flurona


A Secretaria da Saúde da Bahia registrou de 1º de novembro de 2021 até 11 de janeiro deste ano, 1.872 casos de Influenza A, do tipo H3N2, distribuídos em 163 municípios. Deste total, 1.006 são residentes em Salvador.


De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia, dos 1.872 casos, 390 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de internação, com óbito de 72 pacientes.


As mortes foram registradas em residentes de Salvador (49), Feira de Santana (5), Canavieiras (2), Ilhéus (2) e Mulungu do Morro (2). Os outros municípios que apresentaram óbitos foram: Cabaceiras do Paraguaçu, Camaçari, Candeias, Catu, Guanambi, Itagimirim, Laje, Maragogipe, Sapeaçu, Teixeira de Freitas, Urandi e Valença.

Do total de óbitos, 37 (51,4%) ocorreram no sexo feminino e 35 (48,6%) no sexo masculino.

A maioria das mortes ocorreram na faixa etária acima de 80 anos (38 óbitos; 52,8%). Os outros ocorreram nas faixas de 70 a 79 anos (8 óbitos), 60 a 69 anos (8), 50 a 59 anos (9), 40 a 49 anos (4), 30 a 39 anos (3) e 10 a 14 anos (2).


De acordo com a Sesab, verificou-se presença de comorbidades e/ou condições de risco para o agravamento da doença em 56 (77,8%) óbitos. Apenas 8 dos 72 casos que evoluíram à óbito estavam vacinados contra a Influenza.

O Laboratório Central de Saúde da Pública da Bahia e a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesab confirmaram na terça-feira (11), 15 casos de infecção simultânea dos vírus da Influenza e Covid-19, notificados entre 8 de dezembro de 2021 e 6 de janeiro de 2022.


Os municípios que apresentaram os casos foram: Salvador, Feira de Santana, Camaçari, Lauro de Freitas, Juazeiro, Mutuípe, Vitória da Conquista e Alagoinhas. São oito (8) pacientes do sexo masculino e sete (7) do sexo feminino, com idades ente 8 e 91 anos. Não há óbitos registrados nas coinfecções.

A Sesab ainda reforça que os casos de SRAG requerem notificação compulsória imediata para adoção de medidas pertinentes de prevenção, controle e tratamento da Influenza, para a qual, diferentemente da Covid-19, existe opção terapêutica eficaz para impedir uma evolução desfavorável do quadro clínico.


Fonte: BahiaNotícias.

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