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LabSis registra novo tremor de terra em Amargosa


m novo tremor de terra foi registrado na cidade de Amargosa, no recôncavo da Bahia, na noite de sábado (5). De acordo com o Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que monitora a região, o tremor teve magnitude preliminar calculada em aproximadamente em 1.3 mR.


Segundo o LabSis, moradores da região entraram em contato com o laboratório e relataram sentir o tremor de terra, que aconteceu por volta das 23h30.

O laboratório informou ainda que segue monitorando e divulgando toda atividade sísmica que ocorra na Bahia e também em outras localidades da região Nordeste do país.


O último abalo registrado no município ocorreu no dia 17 de maio, de magnitude preliminar 1.8 mR. Diversas pessoas também relataram ouvir um forte estrondo decorrente do evento.

No dia 3 de maio, o município também teve tremor de terra, de magnitude preliminar de 1,4 mR.


Área em que o tremor foi registrado, na cidade de Amargosa, na noite de sábado (5) — Foto: Divulgação/ Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)


Além de amargosa, outras cidades da Bahia registraram tremores de terra em 2021. Em abril, uma ocorrência foi registrada em Dias D’Ávila, na região metropolitana de Salvador.

Em Jacobina, no norte do estado, o LabSis revelou dois tremores, no dia 18. O primeiro abalo sísmico aconteceu por volta da 16h36 e teve magnitude de 2,2. Já o segundo, ocorreu às 18h07 com magnitude de 1,7.

Dois dias depois, foi a vez do município de Itagibá, sudoeste da Bahia, registrar um tremor com magnitude preliminar de 2,2. Já no dia 23, Jaguarari, centro-norte da Bahia, registrou um abalo sísmico com magnitude de 1,7. Além desses, outros tremores foram registrados na Bahia.


Em entrevista ao podcast “Eu Te Explico”, do G1 BA, o coordenador do LabSis, Aderson Nascimento, falou sobre a frequência dos abalos na Bahia.

“Em média, não existe razão nenhuma pra gente pensar que a sismicidade de uma hora pra outra ela aumenta. Ela aumenta e diminui. Quando você pega um certo intervalo de tempo, em média, é sempre a mesma. Não tem nenhuma razão para pensar que ela aumentou. O que aumentou, de fato, isso é notável, é a nossa capacidade de monitoramento e detecção”.

Fonte: G1.

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